Você fecha o mês achando que vendeu R$ 12 mil na loja autônoma e no final sobram R$ 9.500. Não era furto. Não era reposição cara. Era número que não bate.
\n\nInstalamos uma loja em um condomínio de ~140 unidades em Santo André há alguns meses. Operação normal, ticket médio entre R$ 22 e R$ 28, movimento concentrado entre 7 e 9 da manhã e 18 às 20 horas. O franqueado checava o painel HRM todo dia e achava que tudo estava certo. Aí resolvemos detalhar a conciliação de pagamentos pela primeira vez. Surpreendente: R$ 2.400 faltavam. Não tinham desaparecido em uma semana. Tinham vazado em pequenas discrepâncias ao longo de trinta dias.
\n\nO problema não é Pix recusar no meio da compra. Não é nem cliente pagar pelo produto errado. É falta de rotina para conferir se o que entrou na maquineta de cartão, no Pix, no app e no caixa físico está tudo batendo.
\n\nPor que a conciliação é invisível no painel HRM
\n\nO app registra que o cliente escaneou e pagou R$ 25. O sensor de peso confirma que saiu um produto compatível. Tudo preto no branco lá. Mas ninguém vê se aqueles R$ 25 caíram mesmo na conta da loja de verdade. Pode ser que a transação Pix tenha descido como pendente, não liquidada. Pode ser que o cartão tenha recusado silenciosamente no segundo dois da transação, e o app insistiu cobrando de novo. Pode ser que a reconciliação entre gateway de pagamento, banco e caixa operacional tenha um delay de dois ou três dias, e ninguém está atento.
\n\nNa rede Be Honest, operamos em N+ cidades. Cada franqueado tem acesso ao painel HRM que mostra venda registrada. Mas nem todos olham a coluna de