Nas lojas que operamos, vemos um padrão que mata mais vendas que qualquer coisa. O cliente entra, pega o produto, abre o app, escaneia o QR code e aí: some. Desaparece da operação no último clique, na tela do pagamento. Não é roubo. Não é falta de interesse. É fricção.

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A gente rastreava isso pelo dashboard HRM em uma loja de um condomínio com cerca de 120 unidades em Belo Horizonte. Vendas estavam caindo mês a mês, mas o fluxo de pessoas não diminuía. Então a gente olhou o detalhe: quase 40% dos clientes que chegavam na tela de pagamento nunca completavam. Saíam. Colocavam o produto de volta na gôndola ou levavam embora mesmo.

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O que acontece entre o app confirmar e o débito sair

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Quando o cliente escaneia o código, ele vê a lista de itens, o valor total e escolhe o meio de pagamento. Pix ou cartão. Aí começa a confusão. O app pede confirmação de novo. Depois pede localização. Depois conecta com o servidor de pagamento. Se a conexão demora mais de três segundos, a maioria das pessoas cancela.

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Não é impaciência. É desconfiança. O cliente nunca viu você. Não conhece o caixa. Não conhece a loja fisicamente como conhece uma loja normal. Quando o app trava ou fica lento, ele pensa: