Instalamos uma loja autônoma em um condomínio de aproximadamente 120 unidades em Curitiba. Tudo pronto no começo do mês. Reposição diária, estoque cheio, mix bem pensado. No terceiro mês a gente viu o número que ninguém quer ver: faturamento caindo enquanto estavam reabastecendo.

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A reposição acontecia sempre entre 18h e 19h. Horário de pico. Gente voltando do trabalho, passando na loja, vendo o operador dentro com caixas, bloqueando acesso, gerando aquele incômodo silencioso que mata conversão. Algumas pessoas entravam, viam o movimento, e iam embora sem nem abrir o app.

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Por que horário de reposição não é só um detalhe logístico

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Você pensa em reposição como custo operacional. Certo. Mas esquece que cada minuto que sua loja fica inacessível ou visualmente desorganizada é minuto que o cliente escolhe o outro lugar. No nosso caso, a gôndola com caixas abertas às 18h30 custava mais que a própria reposição.

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Fizemos a conta. Ticket médio na loja era R$ 22. Cada cliente que desistia por ver reposição em andamento significava R$ 22 menos. Multiplicado por 15 a 20 pessoas por dia que passavam naquele horário. Trinta dias. Setecentos reais mensais embora aparentemente fosse só