Entrei em uma loja nossa em um condomínio de aproximadamente 120 unidades em Santo André e encontrei a gôndola de bebidas quentes intocada. Café, capuccino em pó, chocolate. Tudo lá. Perguntei ao síndico quando tinha sido reposto. Três dias antes.

\n

Virei o dashboard HRM naquela hora. Ticket médio da loja: R$ 22. Frequência: ~45 transações por dia. Margem bruta no mix geral: 28%. Mas a bebida quente ocupava 40% da metragem útil e respondia por menos de 6% do faturamento.

\n

Isso é o que ninguém fala em loja autônoma. Você consegue vender para quem entra. O problema é o que fica parado lá esperando comprador.

\n\n

Por que estoque parado custa mais que ruptura

\n

Ruptura dói. Claro. Cliente chega querendo água com gás, não acha, compra outra coisa ou sai sem comprar nada. Perda visível.

\n

Mas estoque parado é invisível. Um pacote de biscoito de R$ 8 que você repõe toda semana e vende três unidades por semana está ali ocupando espaço, puxando você para reposição desnecessária, e mais importante: substituindo um produto que venderia cinco vezes na mesma semana.

\n

Digamos que você tenha uma gôndola de 200 SKUs. Se 30 deles são