Ontem um cliente entrou em uma das nossas lojas em um prédio corporativo de ~200 pessoas em Porto Alegre, pegou um suco e um sanduíche, abriu o app, escaneou o código, e tentou pagar com Pix. Apareceu aquela mensagem de timeout. Ele tentou de novo. Nada. Olhou pro cartão, tentou crédito. Recusado. Saiu com os produtos na mão e fechou a porta. Perdemos R$ 24.
\n\nMas aqui está o ponto: qual dos dois erros custou mais? E qual a gente deveria consertar primeiro?
\n\nPor que Pix recusado parece menor do que realmente é
\n\nO Pix falha por razões diferentes de cartão. Quando o Pix não vai, é geralmente pela rede (Wifi fraco, servidor bancário fora, antena de celular ruim no prédio). O cliente vê um erro que não é dele. Sente que é culpa da loja.
\n\nNas lojas que operamos, taxa de recusa Pix fica entre 2% e 4% das tentativas, dependendo da localização. Um prédio velho com rede ruim pode chegar a 6%. Se você faz ~40 transações por dia, isso é de uma a duas falhas diárias. Pareceu pouco? Pois é. Mas em 30 dias são 30 a 60 tentativas não concluídas. Considerando ticket médio de R$ 22, você tá falando de R$ 660 a R$ 1.320 em vendas perdidas por loja por mês. Não é nada.
\n\nSó que não é apenas dinheiro. É confiança. O cliente vira pro seu colega no intervalo e diz: