A gente vê isso todo dia. Cara abre o app, entra na loja, tira o celular do bolso e... fecha. Às vezes nem chegou perto da primeira gôndola. Isso não é paranoia do cliente. É design que mata venda antes do jogo começar.

\n\n

Nas lojas que operamos em condomínios de médio padrão, a taxa de abandono entre abrir o app e fazer a primeira leitura de QR chega a 15-20% do público que fisicamente entra. Não é pouquinho. Se você tem 300 visitas por dia e perde 50 antes de começar, são R$ 900 a R$ 1.500 de faturamento evaporado (considerando ticket médio entre R$ 18 e R$ 30).

\n\n

O app precisa de cinco segundos, mas o cliente acha que é complicado

\n\n

A interface pode estar perfeita. Mas aquele segundo de carregamento, o botão pequeno demais, a tela anterior que pede mais um clique, o QR que fica no espelho quando deveria estar na porta... tudo isso cria atrito. Cliente entra com intenção. Cliente vê que vai dar trabalho. Cliente sai. Velocidade percebida é diferente de velocidade real.

\n\n

Vimos em um condomínio em São Paulo que mudou a posição do botão de leitura para cima e aumentou a taxa de conversão inicial em 8 pontos percentuais. Não foi redesenho monumental. Foi micro-decisão. O cérebro do cliente funciona por economia de esforço. Se o app não promete