Abri a primeira loja autônoma de um franqueado em um prédio comercial de 140 unidades em Brasília. Tudo corria bem: app funcionando, pagamentos chegando, estoque em dia. Mas quando chegou ao final do mês, ele ligou desesperado. O faturamento batia, as transações confirmavam R$ 8.500, mas no banco entravam R$ 7.800. A diferença de R$ 700 não saía em nenhum relatório.
\n\nEsse é o problema que mata 70% dos franqueados nos primeiros seis meses. Não é falta de clientes. É fluxo de caixa quebrado, e ninguém vê até o dinheiro sumir.
\n\nPor que o app diz uma coisa e o banco outra
\n\nO app registra venda. O sensor de peso registra produto saído. O cliente pagou via Pix. Mas entre a venda e o dinheiro chegar na sua conta há cinco pontos de vazamento que ninguém mencionou na reunião de franquia.
\n\nPrimeiro: Pix nem sempre é instantâneo. Você vende à noite entre 20h e 22h? Entra na fila de liquidação. Demora até 23h59 do dia seguinte em alguns bancos. Seu fluxo fica defasado em 24 horas. Se você precisa reposição de estoque no dia seguinte de manhã, precisa de caixa que ainda não