Instalamos uma loja autônoma em um condomínio de ~140 unidades em Curitiba. Os primeiros três meses foram bons. Ticket médio de R$ 22, movimento constante no pós-trabalho. No quarto mês começou a cair. No sexto, o franqueado ligou para dizer que não valia a pena continuar.

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A culpa não foi do modelo. Foi a escolha do local.

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O tamanho do condomínio importa mais que a localização

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Existe um piso mínimo de ocupação habitada para um minimercado autônomo funcionar. Abaixo de ~80 unidades ocupadas, a conta não fecha. Não é opinião. É matemática.

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Considere: ticket médio de R$ 20 a R$ 25, margem bruta de ~35%, custos fixos (aluguel, internet, manutenção, reposição) na faixa de R$ 1.500 a R$ 2.000 por mês. Você precisa de ~200 transações por mês só para cobrir fixo. Em um condomínio com 60 unidades e 40% de ocupação real, onde talvez 30% dos moradores usem a loja, e metade desses use uma vez por semana, você chega a ~80 transações. Insuficiente.

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Já em um condomínio com 150 unidades e 85% ocupadas, com comportamento de compra parecido, você ultrapassa 300 transações. A loja respira.

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O síndico promete que